Avaliação dos Programas de Saúde

Avaliar os programas nacionais de promoção da saúde e conhecer os seus resultados na prevenção da doença é a prioridade das prioridades do Alto Comissário da Saúde, José Pereira Miguel, para o próximo ano.
Programas considerados prioritários pelo Plano Nacional de Saúde: Controlo das Doenças Cardiovasculares, Controlo das Doenças Oncológicas, Prevenção do HIV/sida e Programa Nacional para a Saúde das Pessoas Idosas e Cidadãos em Situação de Dependência.
Talvez fosse prioritário promover também a melhoria do sistema de informação sobre a saúde. Hoje ainda não conseguimos conhecer com precisão” os fenómenos do adoecer e das doenças que, não sendo uma importante causa de morte, pelo sofrimento causado, pelo impacto na qualidade de vida ou pela onerosidade, têm um peso social importante”.
Programas considerados prioritários pelo Plano Nacional de Saúde: Controlo das Doenças Cardiovasculares, Controlo das Doenças Oncológicas, Prevenção do HIV/sida e Programa Nacional para a Saúde das Pessoas Idosas e Cidadãos em Situação de Dependência.
Talvez fosse prioritário promover também a melhoria do sistema de informação sobre a saúde. Hoje ainda não conseguimos conhecer com precisão” os fenómenos do adoecer e das doenças que, não sendo uma importante causa de morte, pelo sofrimento causado, pelo impacto na qualidade de vida ou pela onerosidade, têm um peso social importante”.
























6 Comments:
José Pereira Miguel é o autor do Relatório Ganhos de Saúde em Portugal fazer (2002) onde fez ponto da situação do País em termos de ganhos em saúde.
A sua competência e experiência fazem prever um bom desempenho.
O programa sobre o HIV/Sida bem precisa de uma intervenção eficaz.
Continuamos a ser campeões da incidência desta patologia bem como da tuberculose.
Pode ser considerado assunto já ultrapassado mas, não deixo de aqui dar nota de uma informação, fidedigna, que chegou ao meu conhecimento: O Dr. Álvaro de Castro, substituído no Hospital de D. Pedro é do PSD. Terá a sua substituição, apesar do bom desempenho, a ver com esse facto?
A ser assim, cá temos uma substituição com fundamento na chamada (des)confiança política!
Eu sou um pouco avesso a comissões e a comissários. Geralmente são sinónimo de ineficácia ou nebulosidade. Pereira Miguel é um homem de prestígio inegável, mas sempre me sinto mais confiante na boa organização.
Isto para dizer que se a DGS cumprir bem o seu papel, se o seu corpo técnico se mantiver imune à rotatividade política, os resultados serão bem melhores do que os conseguidos com comissários providenciais. Ganha-se mais rigor, mais qualidade na informação e expurga-se a demagogia de conjuntura.
O que está em causa é que Pereira Miguel tem tido um excelente desempenho e dá garantias em relação ao cumprimento dos objectivos contidos no Plano Nacional de Saúde.
PM considera que a sua função no comissariado não é replicar mas tentar a harmonização de funcionamento entre as várias instituições da Saúde.
Para mim, este cargo de Alto Comissário da Saúde, e sem estar em causa quem o ocupa, não faz sentido. Na Saúde, existem já organismos suficientes para que o que deve ser feito possa sê-lo com eficácia. Estamos a desperdiçar recursos, humanos e financeiros, quando as tarefas do Alto Comissariado podiam, cabalmente, ser desempenhadas por um Organismo como a Direcção Geral de Saúde.
Aliás, esta coisa chamada Alto Comissariado ...para o quer que seja, inserida numa estrutura de Governo, cheira sempre a mais uns quantos lugares para satisfazer clientelas. Disse.
Tonitosa disse aquilo que penso. Há demasiadas comissões e organismos paralelos no sistema de saúde.
Acaso não compete ao ministério fazer a harmonização entre organismos? Para que serve então termos ministro, secretários de estado, DGS, etc.?
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