segunda-feira, agosto 16

Mesmo a calhar...

«A Associação dos Administradores Hospitalares admitiu hoje que o crescimento da dívida dos hospitais à indústria farmacêutica é “um bocadinho descontrolado”, mas disse que novas medidas adoptadas pelas unidades vão inverter a situação.» link

Esta de o crescimento da dívida dos hospitais à indústria farmacêutica estar “um bocadinho descontrolado”, fez-nos lembrar uma outra de Maria do Céu Machado, que a propósito da "sustentabilidade do SNS, referiu: "neste momento o SNS português está praticamente insustentável"….

Rigor à parte, os títulos dos matutinos de hoje “Administradores hospitalares admitem crescimento descontrolado da dívida às farmacêuticas”, vêm mesmo a calhar à reentré do partido do PPC .

Apetece, a propósito, dizer: Temos o presidente que merecemos.
joao pedro

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3 Comments:

Blogger ochoa said...

Este presidente parece um cata vento, sempre ao sabor do que está a dar.
Vale tudo e também o seu contrário desde que caia bem a quem se quer impressionar.

9:19 da tarde  
Blogger Clara said...

Não há alguém que faça ver ao presidente da APAH as tristes figuras que faz.
Hoje no jornal da TVI lá tivemos de gramar, uma vez mais, as gravações do senhor presidente (péssimas, a condizer) com as banalidades e imprecições do costume.

9:28 da tarde  
Blogger jota said...

Sem paciência...

O grande problema destes profissionais é serem amadores. A capacidade de falar sem dizer nada é uma arte que impressiona e deixa sem paciência qualquer português. A dívida dos hospitais é algo profundamente grave porque antes de mais, demonstra que o estado não é uma pessoa de bem, incentivando ao não cumprimento. A saúde não vai bem com este Estado, mas não pode ter comentários destes a alimentar uma desorientação que constrange. Precisamos de um líder no sector da Saúde, alguém que saiba, de forma democrática, calar vozes incautas e pouco esclarecidas. Este tipo de comentário, coadjuvado por um Estado não cumpridor para com a própria gestão hospitalar, apoia os gestores públicos da saúde a contabilizar estas dívidas como um "activo".
Precisamos de um líder que inicie um trabalho de fundo e que cale as vozes...
Não devas ao rico e não prometas ao pobre. Ou será ao contrário?

11:27 da tarde  

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