terça-feira, novembro 8

Silêncio Ruidoso


A nomeação do Conselho Directivo da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), constituído por Álvaro Santos Almeida (presidente) e os vogais Eurico Castro Alves (médico cirúrgião) e Joaquim Santos Duarte Brandão (jurista) foi aprovada em Concelho de Ministros de 28.09.05 .
Cabe à ERS garantir a concorrência entre operadores, a defesa dos interesses dos utentes, dar parecer sobre diversas matérias.

7 Comments:

Blogger ricardo said...

O anterior presidente, Dr. Rui Nunes, levou todo tempo a queixar-se, a lamuriar-se da falta de meias. Acabou trucidado pelo desgaste causado pela indiferença a que foi votado por CC.

A nomeação desta equipa é recente.
Estarão a preparar devidamente o arranque da actividade.
devemos dar tempo ao tempo.

11:16 da tarde  
Blogger joaopedro said...

A relação deste Governo com as Entidades Reguladoras independentes não tem sido a melhor. Um mau prenúncio da ERS da Saúde que ainda não conseguiu sair do papel.

8:52 da manhã  
Blogger Pedro said...

Ouvi hoje dizer a prestadores de serviços na área dos MCDT que o Ministério, utilizando a técnica que criticou à ANF, vai reter 0,5% dos valores a pagar a estes prestadores, destinando-se esta verba a financiar a ERS. Será verdade? Que confiança oferece um co-contratante que altera as regras do jogo unilateralmente?

1:32 da tarde  
Blogger joaopedro said...

O Tamiflu não foi eficaz.
O homem foi-se.
A má notícia é que estamos à mercê do surto da gripe das aves.

2:03 da tarde  
Blogger tonitosa said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

11:42 da tarde  
Blogger tonitosa said...

A propósito de um outro post colocado neste blogg sobre a ERS e a demissão do anterior responsável, emiti já o meu parecer sobre alguns dos aspectos que me pareciam (perecem) questionáveis, quanto às competências desta entidade reguladora.
Defacto da leitura dos seus estatutos e sobretudo do seu regulamento interno (Portaria 418/2005 de 2005/04/14) apresemta-nos uma entidade claramente burocrática (no mau sentido) onde se emaranham as mais diversas competências, com resultados que, tudo leva a crer, serão tardios ou de eficácia duvidosa.
Com este ou com qualquer outro Conselho de Directivo, o trabalho da ERS dificilmente produzirá resultados úteis para a melhoria dos cuidados de saúde e defesa dos verdadeiros interesses dos cidadãos.
Por outro lado, e independentemente das fontes de financiamento, será mais um sorvedouro de recuros financeiros.
11:42 PM

11:49 da tarde  
Blogger Santa Maria said...

O falhanço do Prof. Rui Nunes deveu-se à falta de meios humanos e financeiros que CC não disponibilizou. Como é que a ERS poderá ter um papel independente se o anterior responsável saiu numa altura em que a máquina ainda não estava em funcionamento - saiu porque foi desprezado por CC e por razões políticas! Nem chegou a aquecer a cadeira. Teremos uma ERS independente? duvido...

11:52 da tarde  

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