Dinheiro há ...
como é hábito, o povo paga.
Não há é capacidade dos governantes e seus representantes, assessores, grupos de trabalho, comissões e muito menos SE, para tornar sustentável o “nosso” SNS.
Não há é capacidade dos governantes e seus representantes, assessores, grupos de trabalho, comissões e muito menos SE, para tornar sustentável o “nosso” SNS.
Sempre houve dificuldades, eventualmente, os problemas foram crescendo. O nosso Ministro da Saúde, está no Ministério desde 1979, tem participação activa desde longa data e não está ilibado da forma doente como o SNS se encontra! Actualmente apregoa demagogicamente medidas de racionalização que não têm a aplicação que quer fazer crer.
É imprescindível a gestão partilhada dos Conselhos de Administração com quem pratica a actividade assistencial. Esta partilha está adulterada quando se criam pretensos CRI(s), que também ao jeito de feitores, dos que gostam de quintas ou ilhas, tanto faz, os directores são nomeados sem o conhecimento dos Directores de Serviço que falaciosamente pretendem dirigir e a quem não é reconhecida capacidade de direcção pelos seus pares. Assim, que contratualização esperam planear e ver cumprida? Estes Conselhos de Administração saberão o que é a contratualização?
Já agora, sem criatividade mas com imaginação, o que impede CC de comparar os resultados entre hospitais do SNS, sejam quais forem os métodos ou indicadores utilizados, com ou sem criatividade, com ou sem imaginação, com conceitos ou critérios ou vice versa, qualquer coisa idêntica, quiçá semelhante ao Tableau de Board. Escolha, mas publique-os!
Senhor Ministro, um conselho: Não se desgaste mais! Com os colaboradores que tem, pode ser a pessoa mais preparada e ter todo o dinheiro do PIB. Não adianta! O SNS definhará na mesma.
Não exija mais dinheiro ao povo, exija-lhe competência.
É imprescindível a gestão partilhada dos Conselhos de Administração com quem pratica a actividade assistencial. Esta partilha está adulterada quando se criam pretensos CRI(s), que também ao jeito de feitores, dos que gostam de quintas ou ilhas, tanto faz, os directores são nomeados sem o conhecimento dos Directores de Serviço que falaciosamente pretendem dirigir e a quem não é reconhecida capacidade de direcção pelos seus pares. Assim, que contratualização esperam planear e ver cumprida? Estes Conselhos de Administração saberão o que é a contratualização?
Já agora, sem criatividade mas com imaginação, o que impede CC de comparar os resultados entre hospitais do SNS, sejam quais forem os métodos ou indicadores utilizados, com ou sem criatividade, com ou sem imaginação, com conceitos ou critérios ou vice versa, qualquer coisa idêntica, quiçá semelhante ao Tableau de Board. Escolha, mas publique-os!
Senhor Ministro, um conselho: Não se desgaste mais! Com os colaboradores que tem, pode ser a pessoa mais preparada e ter todo o dinheiro do PIB. Não adianta! O SNS definhará na mesma.
Não exija mais dinheiro ao povo, exija-lhe competência.
alerta
























2 Comments:
A culpa não foi minha (porque o revelei) mas de quem o fez:
O ministro da Saúde proibiu as administrações hospitalares de fazerem gastos para além dos necessários ao tratamento dos doentes e, num despacho assinado sexta-feira, critica as direcções por despesas sumptuosas.
O documento, a que a agência Lusa teve acesso, determina que "até ao final do corrente ano, os conselhos de administração dos Hospitais do Serviço Nacional de Saúde estão impedidos de realizar quaisquer despesas que não estejam directamente relacionadas com a missão prosseguida ou com o objecto daqueles estabelecimentos de saúde".
As directrizes do ministro da Saúde, António Correia de Campos, entram em vigor assim que as administrações regionais de saúde notificarem as direcções dos hospitais da sua área de influência, o que deve acontecer até ao fim da próxima semana.
Embora a decisão ministerial seja justificada com o "esforço que a todos é exigido para o equilíbrio das contas públicas", no preâmbulo do despacho António Correia de Campos tece críticas às decisões das administrações hospitalares em gastos efectuados.
De acordo com o ministro, "não parece possível qualificar certas despesas, como a aquisição de novas viaturas para uso pessoal da administração, ou a mudança de mobiliário e a aquisição de dispendiosos elementos decorativos, para dar apenas alguns exemplos, como despesas essenciais ou indispensáveis".
"Tal atitude seria incompreensível e comprovaria a inadequação dos respectivos gestores aos cargos de membros do conselho de administração do hospital, seja de entidade pública empresarial ou do sector público administrativo", prossegue o ministro.
Contactado pela Lusa, o porta-voz do gabinete do ministro, Carlos Pires, afirmou não ter conhecimento de ter sido um caso específico a desencadear esta decisão ministerial e que a mesma visa "cortar o mal pela raiz", "impedindo, de uma forma directa, que existam casos destes".
Em Março, a Inspecção-Geral da Saúde (IGS) instaurou quatro processos disciplinares a dirigentes do sector por receberem indevidamente remunerações e regalias, segundo uma investigação que contabilizou em 1,2 milhões de euros os montantes envolvidos.
A acção da IGS abrangeu a avaliação dos aspectos remuneratórios e outras regalias de mais de 300 dirigentes e gestores do Serviço Nacional de Saúde e levou à abertura de vários inquéritos.
De acordo com esta investigação, os dirigentes dos hospitais receberam indevidamente 1.196.297,58 euros em remunerações e regalias, dos quais mais de um milhão de euros foi já devolvido ao Estado (80 por cento do total).
Agência LUSA
Este despacho de CC sobre as despesas supérfluas dos Conselhos de Administração dos hospitais do SNS poderá ser oportuno.
O que não se compreende é para que servem as Cartas de Missão.
Ou dar-se-à o caso que alguns dos nomeados está a fazer vista grossa do que lá se escreveu, no caso da compra dos carros de luxo e doutras matérias.
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