segunda-feira, dezembro 17

Saude, out control (2)


Os Centros de Saúde fizeram menos 912.368 consultas (-3,6)  no período jan-out 2012, relativamente ao período homólogo de 2011. Por este andar vamos acabar por ter médicos de família a mais. Os Centros de Saúde às moscas. Quer dizer, sem doentes para atender. 
Esta queda a pique é, fundamentalmente, resultado da política de saúde deste governo e do aumento isensato das taxas moderadoras das consultas para cinco euros.  link

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3 Comments:

Blogger CLÍNICA HÁ 25 ANOS ! said...

E a redução de consultas vai continuar, face a qualidade de cuidados prestados ser deficiente e, parece que os Portugueses acordaram para os seguros de Saude, basta deixar de fumar paga um bom seguro de saude e, dispensa a burocracia e desumanizacao reinante nos serviços públicos! Continuem a mandar cartas e a apelar aos doentes, pode ser que saiam mais ...devagarinho!!!
Centros de Saude?!! Pará que?? Só mesmo em Portugal e uma imitação em Inglaterra. Todos os Países desenvolvidos da Europa dispensaram estes custos insuportáveis e, não se consta que a taxa de mortalidade seja igual sequer!!!
Os Centros de Saude são bons para teorizar, massificar e controlar o cidadão!! Mas, cada vez mais as pessoas querem cuidados de saude de qualidade, com disponibilidade e atempada!!
Os cidadãos recusam ir a consulta de Centro de Saude, são requisitados exames muitas vezes inócuos e sem objectivos muito claros e, depois deixam os resultados ao cuidado do administrativo que os fara(?) chegar ao Medico e recebe um panfleto a dizer WUE "tudobem"!! Isto e Medicina? Isto são cuidados de saude?.... Sinceramente, deveria acontecer a a,guns como o teorizados Prof Pita Barros ...seguramente moderava os seus comentários e radicalizava as suas opiniões!!!

3:55 da manhã  
Blogger Unknown said...

E eu a pensar que era devido ao facto dos portugueses estarem mais saudáveis.

2:15 da tarde  
Blogger e-pá! said...

CLINICA HÁ 25 ANOS,

A pergunta 'centros de saúde para quê?' diz tudo.

Na realidade, o 'consumo de cuidados primários' (básicos, se quiser) a retalho, o 'desperdício' que custa ter um corpo profissional (não só medico) para assegurar da continuidade de cuidados, o conceito de 'medicina familiar', são 'luxos' para um governo neoliberal.

Para este tipo de Governo, o modelo (ainda em vigor) poderá (deverá) sofrer uma daquelas 'reformas estruturais' ( este Executivo é pródigo nisso) que leve à extinção (melhor será chamar 'ajustamento') do SNS e à proliferação dos seguros privados, às clínicas 'low cost' e outros modelos alternativos (como o sector social gosta de propagandear).

Ah! Dentro deste conceito 'assistencialista' deverá existir um rudimento de 'serviço público' para os pobres, remediados e, talvez, deficientes.

Depois é só perguntar como é que isso funciona (nos States) e, já agora, o custo per capita...

6:50 da tarde  

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