quinta-feira, novembro 3

Nomeação do Luís Delgado

Sou amiga do Manel Delgado, de quem não tenho procuração.
Não gostaria que fosse cometida uma injustiça a seu respeito.
Não gostei dos comentários que foram feitos a propósito da nomeação do Luis Delgado, na parte em que visam o irmão.
Nem tudo o que parece é, por mais óbvio que se apresente...
AH

5 Comments:

Blogger Pedro said...

Em política o que parece é...dizia alguém.E como se trata de uma nomeação política, minha cara...! À mulher de César não basta se-lo é preciso parece-lo.

6:10 da tarde  
Blogger ricardo said...

MD sem perdão.

11:39 da tarde  
Blogger Alrazi said...

Eu creio que se podem equacionar três cenários:
1- LD foi nomeado por mérito;
2- LD foi nomeado para agradar ao irmão;
3- LD foi nomeado para condicionar o irmão.
Em qualquer dos cenários MD fica efectivamente fragilizado. De quem foi a iniciativa? Só os próprios saberão. Se MD não esclarece, tornar-se-á cúmplice.

11:43 da manhã  
Blogger Vivóporto said...

CONTRA O MÉTODO

Teorizando sobre as nomeações dos gestores hospitalares feitas até agora por CC, poderíamos, concluir que CC é um anarquista metodológico, adepto de Paul Feyerabend, (Contra o Método. Relógio d’Água, 1993).
Segundo o Mestre, CC poderia justificar as suas nomeações dizendo:
1º Tese: as nomeações (rectius: razões para as nomeações) não têm de ter uma estrutura comum, que é como quem diz, pode haver muitos e variadas razões, não tem de haver um modelo geral; em suma, assentam ora num ora noutro expediente;
2º Consequências da tese:
a) O sucesso (razão porque foi feita) de uma nomeação (ou recondução) não pode ser explicado de uma maneira simples. Não podemos dizer que estes foram nomeados (reconduzidos) por estas razões e aqueles por aquelas. «Tudo o que podemos fazer é dar conta em termos históricos dos passos concretos, incluindo-se nestes as circunstâncias sociais e as idiossincrasias dos indivíduos». Poderíamos acrescentar, diria CC, as circunstância políticas e as idiossincrasias dos portugueses (a cunha, o amiguismo, as pressões políticas);
b) o facto de uma nomeação (ou recondução ) ter sido feita desta maneira ou daquela, não pode ser usado como argumento para a abordagem de nomeações ainda por resolver. Todos os critérios e razões são válidos;
c) a não «cientificidade» dos modos de proceder não é um argumento para os pôr de lado. Acreditamos que a diversidade de modos de nomeação é o método mais eficaz para testar a validade científica deste ou daquele modo. Daqui a uns anos faremos o estudo comparativo (aliás, como já fizemos com as experiências de gestão hospitalar, de que veio a resultar que o modelo EPE é o melhor);
d) podem existir muitas espécies diferentes de modos de nomeação. Até agora apenas usamos aqueles que mais se aproximam do anarquismo metodológico: a nomeação será tanto mais perfeita quanto mais difícil for descortinar a razão pela qual foi feita. Mas a ter de se descortinar alguma que seja por se ser laranja, incompetente, amigo, amigo do amigo, irmão, irmão do irmão.

«O nosso método é, por consequência, não ter método nenhum», CC dixit.

Não obstante, nós, simples eleitores, cartesianos que somos, pouco dados à genialidade do Professor, gostaríamos, de ver alguma lógica em tudo isto. Tal como o voto é cartesiano: ou Soares ou Cavaco ou Alegre ou .. ou. E nunca Soares e Cavaco e Alegre e… e.

4:19 da tarde  
Blogger Pedro said...

Estamos à espera da posição do MD. Se demora muito é legítimo começarmos a pensar que está agarrado ao poder como as lapas. Que só vai sair se for empurrado. Tal como na república das bananas. Ao estado a que deixou chegar a situação das nomeações, já não tem moralidade para dizer o que quer que seja.A Vice-presidente ao poder interino, marcação de novas eleições...já!

10:37 da tarde  

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