quinta-feira, dezembro 1

Fim do RSE?

Com o despacho nº 15748/2011 de 21 de Novembro link parece ficar evidente que o RSE não deverá prosseguir. porém no relatório do Grupo para a Reforma Hospitalar aparece como medida fundamental para a reforma do SNS.
Em que ficamos?

Um dos objectivos do ex-secretario de estado da saúde Manuel Pizarro fica pelo caminho?.
E os desperdícios, duplicações e repetições de “actos em saúde”. ??? Que se evitariam?
Os lobbies ganharam?

Ricardo Costa

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terça-feira, março 8

RSE

Hospital execs and patients say post-reform future is uncertain but IT is key link
Esta pesquisa desenvolvida pela Dell conclui que os utentes dos hospitais continuam a preocupar-se com a segurança dos dados pessoais de saúde, mas, na sua esmagadora maioria, acreditam nas potencionalidades das Tecnologias de Informação (IT): Para facilitar informação sobre a escolha do hospital (81%); processamento de prescrição eletrônica (76%); partilha de dados clínicos, RSE (EHR), entre médicos, hospitais e fornecedores de acessórios (74%); informação pós-alta (73%); acesso via e-mail aos médicos assistentes (71%); rankings de hospitais e médicos, online (67%); portais onde os utentes possam partilhar das experiências com médicos e hospitais (65%); tecnologias de monitorização remota (64%) e de telemedicina (62%).

Entre nós, foi definida como prioridade ligar em rede serviços públicos e privados de saúde até finais de 2012 de forma a disponibilizar base de dados com informação clínica dos utentes, nomeadamente, diagnósticos, prescrição, alergias e vacinas.
link
O despacho nº 381/2011, publicado em Janeiro do corrente ano, procedeu à criação da Comissão Nacional para o Registo de Saúde Electrónico (CNRSE)
link e à nomeação dos elementos que constituem o núcleo executivo da CNRSE e Luís Manuel Barreto Campos como coordenador nacional do Registo de Saúde Electrónico.
Resta saber se será Manuel Pizarro a recolher, nessa altura, os resultados do trabalho meritório desenvolvido pelo Governo nesta matéria.

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terça-feira, julho 20

Novas do RSE

O Ministério da Saúde tem como um dos mais ambiciosos objectivos da sua agenda a implementação, até final de 2012, do Registo de Saúde Electrónico (RSE).

Recentemente tivemos notícias deste projecto:
«Manuel Pizarro na sessão de abertura da primeira reunião da Comissão Nacional do Registo de Saúde Electrónico (CNRSE), realizada no passado dia 13, chamou a atenção para a necessidade das diversas instituições do sector ultrapassarem as habituais resistências organizativas e cooperativas .
Por sua vez, o coordenador nacional do RSE, Luís Campos, apelou aos cerca de 40 elementos da CNRSE para a necessidade de «pragmatismo», nomeadamente para conseguirem «identificar» o que será possível executar até 2012 «e o que ficará para depois». TM 19.07.10

Comentário lacónico: Poucas novidades para tão ambicioso projecto.

Docs:
- Plano de Operacionalização
link
- Documento de Estado da Arte
link
- Orientações para Especificação Funcional e Técnica do Sistema de RSE
link
- Roadmap
link

Entretanto, nos USA, a implementação dos RSE sofre novo e decisivo impulso:
- Big day in HIT
link
- Why EHR?
link
- Electronic Health Record Incentive Program Final rule
link
- The “Meaningful Use” Regulation for Electronic Health Records
link
- New and improved meaningful use
link

drfeelgood

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segunda-feira, fevereiro 8

RSE, 2.ª fase


Terminou em 31.01.10 o prazo para a ACSS apresentar o plano de operacionalização do programa Registo de Saúde Electrónico (RSE) (desp. n.º 27309/2009) link

O RSE que irá permitir, a partir de 2012, o acesso dos profissionais de saúde a informação clínica relevante, independentemente do momento e local da sua prestação, envolve inúmeras dificuldades como a multiplicidade, diversidade e complexidade da informação, armazenada em bases de dados não acessíveis numa única plataforma (Sinus, SAM, SAPE e Sonho), que primam pela sua desactualização, ausência de normas de interoperabilidade, de terminologias e factores de segurança de informação. Por outro lado, não menos dificil, é conseguir a indispensável padronização do conteúdo e estrutura do RSE, por forma a atingir a interoperabilidade entre sistemas, que deve ser constituído por um resumo de dados do doente, onde se devem incluir a história clínica, alergias, problemas activos, MCDTS e terapêutica habitual.
Há, por conseguinte, todo um complexo e demorado trabalho a desenvolver : a) definição da informação nuclear dos RSE; c) escolha de standards, nomenclaturas, códigos e ontologias; d) desenvolvimento das infraestruturas e políticas de segurança; e) produção de RSE padronizados, interoperáveis em formato aberto, para partilha de dados e gestão de informação. E, essencial, reunir verbas para o pesado investimento a realizar.
Na condução deste complexo processo não é demais realçar o trabalho e empenho do secretário de estado, Manuel Pizarro.

DOCS:
1.º - RSE road map
link
2.º - RSE – Registo de Saúde Electrónico R1: Documento de Estado da Arte
link
3.º - RSE – RSE R2A: Orientações para Especificação Funcional e Técnica do Sistema de SER
link
4.º - Dados pessoais ligados à saúde em registos de saúde electrónicos (RSE)
link
5.º - What is EHR
link
6.º - Accomplishing EHR/HIE: Lessons from Europe
link
7.º - On the implementation of privacy and data protection principles
link
8.º - Médicos têm dúvidas sobre registo de saúde electrónico
link
9.º - Saúde em linha –Plano de acção para um espaço europeu da saúde em linha
link
drfeelgood

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