domingo, outubro 22

Pacto sobre o SNS


O bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, Aranda da Silva, lançou no 8.º Congresso Nacional das Farmácias o desafio para o estabelecimento de um pacto sobre o SNS. link
Pedro Ferreira, presidente do OPSS está de acordo com a ideia e justifica: Na actual política de saúde "Não nos é apresentada uma lógica sectorial". E dá como exemplo as novas taxas previstas no OE/2007, "uma medida que devia ser explicada". Por isso, é "pertinente", nesta altura, debater possíveis acordos para o sector, que não andem "à mercê dos ventos", seguindo sim "uma lógica acordada".
Pacto sim, mas com uma nova política capaz de defender o SNS.

10 Comments:

Blogger guidobaldo said...

“Um país não se suicida. Mas o facto é que a República está em chamas. E portanto a questão é clara: ou o Estado democrático resolve os problemas da República, ou alguém os resolverá contra ele.”

Quem disse ?

3:27 da tarde  
Blogger alerta said...

Não há pacto possível sobre o SNS depois da politica desastrosa de Correia de Campos!

A continuidade do SNS português sustentável exige a demissão de Correia de Campos!

O País está a ficar ingovernável tal é o descontentamento social. Sem povo unido não é necessário governo! O povo existe mas o governo virou-lhe as costas, para quê governo?!

4:10 da tarde  
Blogger guidobaldo said...

Correia de Campos não teve oposição. A mais leve contestação foi sendo diferida para o PEC, o défice, a despesa pública e o orçamento. Governa tirando espaço ao PC, ao BE ao PSD e ao CDS. Notável. Vende, para a esquerda, que a decisão se apoia em estudos técnicos. E a esquerda compra. Para a direita, vende decisões determinadas pelo PEC. E a direita arremata, feliz. Tem frutos sem ter ónus.

Na administração pública nomeia, domina e ameaça.

Na clínica geral amalgamou inteligentemente a respectiva associação com a unidade de missão, anestesiou as lideranças e comprometeu as rebeldias. O jornal dos clínicos gerais prega o ecumenismo paroquial às USF's, com descaídas para noticiários tipo "Holla": "nos actuais centros de sáude as coisas são um pouco complicadas porque somos muitos e cada um tem uma maneira diferente de trabalhar. Em grupos mais pequenos é possível desenvolver trabalho em equipe" dizem as enfermeiras. Mas o ambiente de paradisíaca felicidade não termina por aqui: "com a autonomia que as USF vão gozar e as maiores responsabilidades que advêm para os profissinais da equipa, estes vão seguir critérios científicos de rigor na sua utilização (medicamentos e MCDT)".

A "inteligentzia" da política e da economia da saúde está em grupos de trabalho. Das parcerias. Da sustentabilidade. Do impacto financeiro.

É-me absolutamente irrelevante qualquer contestação a CC que hoje vive pendurado, mas não mais sustentado.

Pode ser ministro da saúde mais um dia ou mais dois anos. Pode ter a sua agenda própria, estudando a oportunidade dos momentos de saída, mais ou menos vitimizado.

CC é, objectivamente, uma peça política do primeiro ministro, arrotando margens de independência perante os fracos e subserviente dependência perante os fortes.

Traiu a esperança. Matou a expectativa. Desmobilizou recursos, vontades e saberes.

Pode deixar um defice contido. Pode passar à história como o fiel do orçamento. Mas esse foi um fim em si mesmo, ferindo a alavanca fundamental que, num país pobre, mais contribui para a inclusão e para a solidariedade entre os Homens: o SNS.

4:10 da tarde  
Blogger JFP said...

Resposta: Manuel Alegre

4:54 da tarde  
Blogger deserto said...

Repararam que Francisco Ramos já começa a dar um ar da sua graça e Manuel Delgado ousa começar a discordar do seu mentor!Parecem sanguessugas agarradas ao poder!


A enxurrada que limpe tudo , não deixe pregada a "trampa" à parede, não se equeçam por favor de levar também Fernando Regateiro para nunca mais voltar!...

6:44 da tarde  
Blogger cardeal patriarca said...

Jogar com o baralho todo - aproveitando a oposição socialista e o solipsismo da direita não é para qualquer.

Simplesmente porque não existe somatório desta equação.

Pelo sim, pelo não, como o poder se mantém coeso e apoiado, agarremo-nos bem porque o próximo CC pode bem ser um Homem ou Mulher de Esquerda.

E aí pode haver ainda mais baba e ranho.

7:33 da tarde  
Blogger alerta said...

"Poder coeso e apoiado"

O apoio do poder neste momento é dado pelos grandes grupos económicos que são muito poucos e a quem o governo presta vassalagem.

Não há Direita nem Esquerda na politica portuguesa actualmente.

10:23 da tarde  
Blogger alerta said...

"Perdão fiscal à banca

As Finanças perdoaram à banca o IRS e o IRC que o sector devia ter entregue nos cofres do Estado, a titulo de retenção na fonte, sobre os juros pagos a investidores em obrigações emitidas a partir de sucursais financeiras no exterior, avança hoje o Jornal de Negócios.


As Finanças perdoaram à banca o IRS e o IRC que o sector devia ter entregue nos cofres do Estado, a titulo de retenção na fonte, sobre os juros pagos a investidores em obrigações emitidas a partir de sucursais financeiras no exterior, avança hoje o Jornal de Negócios.
O perdão fiscal incide não só sobre o passado, mas também sobre os rendimentos de todas as emissões obrigacionistas que ocorram até 31 de Dezembro de 2006. Só a partir de Janeiro de 2007 é que o cumprimento da Lei passa a ser exigido. A justificação das Finanças para esta situação é que os bancos agiram de boa-fé quando não fizeram as referidas retenções."

Os bancos agem de boa-fé, os nossos governantes é que nem por isso!...

Nem Direita, nem Esquerda, é só vassalagem aos poderosos endinheirados!

O estado é rico, o povo paga,...até se perdoam os impostos aos senhores!SNS para quê?

9:27 da tarde  
Blogger cardeal patriarca said...

Alerta

Discuta os partidos. Não discuta os Homens.

Eu acredito que não seja nem de direita nem de esquerda e que até esteja a pensar o que fazer.

Mas há muita gente que já pensou e sabe o que é.

12:19 da manhã  
Blogger alerta said...

O pensamento é a unica liberdade do Homem!

Sei que não vou por aí....

11:27 da manhã  

Enviar um comentário

<< Home