segunda-feira, junho 25

Como morremos

The Burden of Disease and the Changing Task of Medicine link

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quinta-feira, março 3

EUA, baixa produtividade na Saúde

“Synergies at Work: Realizing the Full Value of Health Investments” link
Os norte americanos são mais produtivos por hora que os europeus (16%) e trabalham por ano mais horas (9%), por isso, as conclusões deste estudo são deveras surpreendentes.
Cerca de 51% dos custos totais da Saúde são devidos à perda de produtividade do trabalho, em termos de desempenho e absentismo. Os restantes 49% dizem respeito aos custos médicos directos (27%) e à reposição dos salários (22%). Assim, os "custos" de maior peso dos cuidados de saúde não estão nos cuidados médicos ou nos seguros, mas antes na produtividade.

drfeelgood

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segunda-feira, junho 21

Estranho...


Segundo Eugénio Rosa, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) terá feito desaparecer, no mês de Maio, 50.782 desempregados dos ficheiros dos Centros de Emprego e assim baixar o desemprego registado em 1,8%. link

«No inicio de Maio de 2010 existiam inscritos nos Centros de Emprego 571.754
link desempregados, que é o numero que transitou do mês de Abril. Durante o mês de Maio inscreveram-se nos Centros de Emprego mais 48.101 desempregados, segundo a Informação Mensal publicada pelo IEFP, o que somado ao total de desempregados que existiam no inicio do mês – 571.754 – dá 618.869. Se a este total se retirar os desempregados colocados durante o mês, ou seja, aqueles que os Centros de Emprego conseguiram arranjar trabalho durante o mês de Maio que foram 7.336, de acordo com a Informação Mensal do IEFP, restam 611.533. Era este o total de desempregados que deviam existir inscritos nos Centros de Emprego no fim do mês de Maio. No entanto, o IEFP divulgou que existiam inscritos nos ficheiros do mês de Maio apenas 560.751 desempregados. Isto significa que foram eliminados durante o mês de Maio dos ficheiros dos Centros de Emprego 50.782 desempregados, eliminação esta que o IEFP não divulga qualquer razão o que torna os dados do IEFP pouco credíveis.
E a duvida aumenta se se tiver presente que esta eliminação é superior à dos meses anteriores, o que leva à conclusão que as eliminações estão sujeitas a flutuações de acordo com causas que também não são explicadas e transparentes. E isto quando fontes oficiais de muito maior credibilidade técnica, como é o INE, o Eurostat e a OCDE revelam o continuo aumento do desemprego em Portugal.
É evidente que estes dados divulgados pelo IEFP convêm ao governo pois foram logo utilizado pela propaganda governamental para branquear a grave situação do desemprego em Portugal e para justificar a eliminação pelo governo das medidas anti-crise de apoio aos desempregados. E o IEFP está sob a tutela do governo.»

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segunda-feira, fevereiro 15

Fraude e evasão fiscal

Como mostro no estudo que envio uma parcela importante do défice orçamental em 2009 - cerca de 3.000 milhões de euros - é explicado, não pela quebra da actividade económica como pretende fazer crer o governo, mas sim pelo aumento significativo da não entrega de impostos, pela evasão e fraude fiscal. link
Utilizando a mesmo metodologia da Reckon LL num estudo que elaborou sobre o "gap" no IVA entre o valor potencial e o valor recebido, para os diversos países da U.E. de Setembro de 2009, feito a pedido da Comissão Europeia, calculamos que a fraude e a evasão fiscal só a nível do IVA apresenta a seguinte evolução em Portugal: 2008: 201,2 milhões de euros; 2009: 3.051,2 milhões euros; e 2010, a previsão, é de 2.861,1 milhões euros. Portanto, com a crise a fraude e a evasão fiscal por parte das empresas disparou em Portugal perante a passividade do governo.
O descalabro das receitas fiscais, que vai continuar em 2010, provocado pela discurso permissivo do governo e pela diminuição do combate à evasão e fraude por parte da Administração Fiscal (o ministro das Finanças quando é confrontado com esta questão procura subestimá-la ou mesmo ignorá-la),contribuir para o elevado défice orçamental também de 2010, e está também a ser utilizado pelo governo e pela direita para exigir/impor mais sacrifícios aos trabalhadores e reformados, de que é exemplo o que está já a suceder com a Função Pública.
Portanto, a grande questão a nível fiscal não é aumentar as taxas de imposto, nomeadamente do IVA, como defendeu Vitor Constâncio, mas sim combater com eficácia a não entrega de impostos, a evasão e fraude fiscal, que o governo abdicou de fazer e que não faz, como os dados constantes do estudo que envio provam.
Espero que este estudo possa ser útil no esclarecimento de uma questão importante que tem sido esquecida ou ignorada pelos órgãos de comunicação social.
Com consideração

Eugénio rosa

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sexta-feira, outubro 9

Português lidera investigação


BC Cancer Agency Breast Cancer Announcement from BC Cancer Foundation on Vimeo.

Equipa de investigadores liderada por português, Samuel Aparício, conseguiu a primeira descodificação da evolução genética de um cancro da mama.
"Mutational evolution in a lobular breast tumour profiled at single nucleotide resolution"
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sexta-feira, maio 8

Gripe A, estudos


"Emergence of a Novel Swine-Origin Influenza A (H1N1) Virus in Humans" link ; "Triple-Reassortant Swine Influenza A (H1) in Humans in the United States, 2005–2009" link ; "H1N1 Influenza A Disease — Information for Health Professionals" link link

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sexta-feira, fevereiro 20

Acesso aos CSP

«Os utentes estão globalmente satisfeitos com o acesso aos Centros de Saúde do SNS, nomeadamente ao nível dos horários de funcionamento, tempos de espera para atendimento, higiene e conforto das instalações nos estabelecimentos públicos de cuidados de saúde primários. »
Esta é a conclusão do “Estudo do acesso aos cuidados de saúde primários do SNS", efectuado pela ERS link

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sábado, agosto 23

Investir em Saúde


Faz bem à Economia.

“defende-se a ideia de que todo o capital, público ou privado, dispendido na compra de serviços de saúde contribui para alguma forma de crescimento económico” PKM, DE 21.08.08
Esta ideia não é nova. Sobre esta matéria recomenda-se a leitura “The contribution of health to the economy in the European Union”, um trabalho de Marc Suhrcke, Martin McKee, Regina Sauto Arce, Svetla Tsolova e Jørgen Mortensen (Ago 2005). link

«In contrast, the potential contribution of health to the economy has received rather less attention in high-income countries, where health has not made its way into national economic development strategies and plans. In most of these countries, the thrust of contemporary discussions on health reform typically sees interventions that promote health and the delivery of healthcare as costs that need to be contained. In most countries, health is among the weakest of ministries and there are only a few examples of finance ministries having engaged in discussions with health ministries about how the latter could contribute to national economic outcomes through activities that improve health, rather than exhorting them to cut costs. »
«There is a sound theoretical and empirical basis to the argument that human capital contributes to economic growth. Since human capital matters for economic outcomes and since health is an important component of human capital, health matters for economic outcomes. At the same time, economic outcomes also matter for health. A recurring theme throughout this book is the existence of feedback loops offering the scope for mutually reinforcing improvements in health and wealth. »
«From a European perspective, this question links closely with the debate on the European Union’s Lisbon agenda. This discourse increasingly accepts that greater investment in human capital constitutes a necessary, albeit not sufficient, condition for making the European economy more competitive in the wider world. If this is to be achieved, it will be necessary to increase our understanding of the benefits to be derived from investments in human capital, including those in population health.»

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