quinta-feira, outubro 1

Vulnerabilidades...


O senhor presidente ouviu diversas entidades e ficou a saber que existem vulnerabilidades.

Etiquetas:

terça-feira, setembro 29

Ganhámos


Queremos um novo Ministro da Saúde.


Resultados Globais: link

Etiquetas:

The Wire


Novo episódio:
O presidente da república, Aníbal Cavaco Silva fala amanhã à nação link

Etiquetas:

sábado, setembro 26

Votar PS


Votaria, naturalmente, BE nestas legislativas.
Mas amanhã, domingo, 27 set 09, vou votar PS.
Não contrariado ou submetido a uma lógica de voto útil. Mas convencido ao longo de um processo que teve início na pré campanha com o tráfego de mensagens das redes sociais e se estendeu ao debate levado a cabo na blogosfera durante toda a campanha.
Neste âmbito é de salientar o trabalho notável de alguns bloggers como o Carlos Santos (Valor das Ideias), Luís Novaes Tito, o Jumento, bem como de uma forma geral de toda a equipa do SIMplex.

Depois da vitória de amanhã, o próximo governo PS vai ter nova oportunidade de desenvolver uma política de saúde reformista, centrada na continuidade dos projectos ganhadores (CSP e RNCCI) e na correcção de trajectórias em relação à gestão dos HH, PPP e gestão do medicamento.
A procura de soluções relativamente à sustentabilidade do SNS deve constituir o principal desafio da próxima equipa do MS.

Mas, para já, amanhã, temos festa.

Etiquetas:

quinta-feira, setembro 24

Manifesto sobre Política de Saúde


Garantir um futuro para todos
Manifesto sobre política de saúde a propósito das eleições legislativas 2009
Podem assinar a petição pública neste
link

Etiquetas:

Está quase ...

Etiquetas:

quarta-feira, setembro 23

Muito mau...


E o António Borges só diz baboseiras...
O ex-ministro da Saúde do PSD, o médico Paulo Mendo, considera que o programa eleitoral do partido no sector da saúde é "muito mau e muito curto", à semelhança do programa eleitoral do PS.
E defende que o vice-presidente do PSD António Borges "só diz baboseiras" no final da entrevista que anteontem deu ao jornal i.. "Não é possível que um grande economista não saiba que Portugal gasta muito menos na saúde, em termos absolutos, do que outros países [menos cerca de 40 por cento per capita ] e é dos que têm melhores índices sanitários".
Um dos subscritores do manifesto em defesa do Serviço Nacional da Saúde (SNS) que tem estado a circular pelo país, Paulo Mendo não entende sobretudo por que razão é que o programa eleitoral do PSD não faz qualquer referência ao SNS, "um enorme sucesso do Portugal democrático". E lamenta que a questão central - "os políticos devem dizer como vão financiar a saúde" - tenha sido "metida debaixo do tapete" pelos dois principais partidos.
O ministro da Saúde do último Governo de Cavaco Silva esclarece, porém, que tem "muitas discordâncias em relação à política de saúde, não do PSD," mas daquela que "começou com Luís Filipe Pereira", em 2002.
"O que é estranho é que a seguir veio um ministro do PS que continuou com esta política", critica. "Toda a política do dr. Correia de Campos foi de descaracterização completa do SNS e de entrega da saúde aos privados", defende. E não está incomodado com o que o PSD pensa das suas afirmações: "O partido sabe o que eu penso e eu faço as críticas que quiser". Ontem, em declarações à TSF, o médico acrescentou que o programa do Bloco de Esquerda é o único que apresenta uma "certa minúcia e uma lógica interna", apesar de alguns aspectos de que discorda.
JP 23.09.09

Etiquetas:

A conspiração

foto JP

Com comprometedora demora, o Presidente da República acabou por sacrificar a face visível da conspiração montada em Belém para manipular a comunicação social e a opinião pública contra o Governo e o Partido Socialista.
Resta, porém, saber por que é que Cavaco Silva demorou mais de um mês desde as manchetes do "Público" de Agosto para tirar as ilações óbvias, deixando que o PSD explorasse vergonhosamente em seu proveito a cavilosa conspiração, tal como era aliás o objectivo desta, não se inibindo de lançar ele mesmo declarações que só potenciavam o efeito da maquinação, em vez de, como era seu dever, desmentir a invencionice da "vigilância" do Governo sobre Belém.
Cavaco Silva vai ter muito que explicar sobre esta estranha ingerência de Belém na campanha eleitoral em favor do PSD.

Vital Moreira, Causa Nossa
A desmontagem da "conspiração de Belém" contra Sócrates e o PS não é somente uma enorme derrota política de Cavaco Silva (e por extensão do PSD, que tinha cavalgado desavergonhadamente a inventona em seu proveito).
É também uma estrondosa derrota moral, manchando indelevelmente a lisura da conduta do Presidente da República. Embora tendo afastado a face visível da maquinação política, a manutenção do seu silêncio sobre o caso, sem esclarecer as suas próprias responsabilidades pessoais, só agrava a embaraçosa situação do inquilino de Belém.
Cavaco Silva está no pelourinho do julgamento público. Só pode queixar-se de si mesmo.
Vital Moreira, Causa Nossa

Etiquetas:

terça-feira, setembro 22

De Belém, os pastéis



The 50 best things to eat in the world, and where to eat them link

Pastéis de Belém (15.º) entre as cinquenta melhores iguarias do mundo
link

Etiquetas:

sábado, setembro 19

Oito a um


Assisti ontem a um debate sobre os programas de saúde dos principais partidos. A sessão organizada pela APAH contou com mais de cem pessoas de relevo na área da saúde.

Do debate ficam três singelos factos e uma dúvida.

O resultado esmagador, qual SLB-Setúbal, obtido por Manuel Pizarro no confronto com a Dr.ª Clara Carneiro que bem se esforçou por defender o indefensável, o programa para a saúde do PSD. MP, num registo muito seguro e convincente, apoiou-se em dados quantitativos e enalteceu os sucessos onde os governos anteriores tinham falhado, USF e CCI, e em resultados em saúde com metas atingidas com avanço, seja na redução da mortalidade por carcinoma ou na mortalidade infantil, que desceu muito no Norte onde as maternidades foram (bem) concentradas.

O acantonamento do PSD na defesa de soluções privadas para a saúde, atacado pelos partidos de esquerda e ultrapassado pela direita por um PP que surgiu a defender a melhoria do SNS e que já tinha sublinhado a opção pelas Misericórdias como parceiras em contratualizações. O enquistamento em soluções que passam sempre pelos privados e até ao limite da capacidade que queiram oferecer contrasta com o pensamento e obra de Paulo Mendo, ontem mais uma vez lembrado e enaltecido, bem como doutros social-democratas do PSD que muito contribuíram para a construção e desenvolvimento do SNS.
A falta de ideias “Claras” e as dúvidas que nos deixam os que dizem querer defender o SNS, mas só falam em adoptar alternativas a esse serviço.
Por exemplo não apresentam um número ou estimativa de quanto custaria ao OGE o recurso generalizado aos privados. Nada se diz sobre as consequências negativas para o SNS, seja para as entidades que o integram, em redução de financiamento e de capacidade futura (ex. funcionários que saiam), seja para a sua universalidade, equidade e sustentabilidade. A defesa do interesse público e dos valores que o norteiam não se compadece com a promoção exacerbada de posições consumistas nem com o alinhamento total com os privados da saúde.

Nem se percebe o porquê desta primazia e quase obsessão com os privados.
Se o objectivo é apenas melhorar o acesso, tendo-se detectado lacunas que todos reconhecemos, por que não se começa por propor soluções para melhorar a resposta do SNS, via melhor gestão ou aumento de capacidade, desenvolvendo a contratualização que passe primeiro pelo próprio SNS, ao invés de sublinhar apenas e constantemente a resposta pelos privados?

Hermes

Etiquetas:

Manuel Alegre em Coimbra

Etiquetas:

quinta-feira, setembro 17

Manifesto sobre política de saúde

Garantir um futuro para todos - a propósito das eleições legislativas 2009

A Saúde é um bem precioso, a realização do nosso potencial de bem-estar é uma expectativa legítima, e o acesso de todos a serviços de saúde de qualidade é um desígnio civilizacional de primeira grandeza.

No entanto, de tantas vezes repetidas, estas podem parecer palavras vãs, se as políticas de saúde que se esboçam nos programas eleitorais não ajudarem os cidadãos a entenderem os caminhos que vão das ideias às realizações concretas.
Porque não assumir transparentemente que os projectos programáticos à disposição dos eleitores contêm de facto duas opções alternativas para a Saúde em Portugal?

O que está verdadeiramente em causa é (1) aceitar o desafio de modernizar o SNS ou (2) assumir abertamente perante os portugueses uma alternativa explícita ao SNS.

Na medida em que estas alternativas não forem claramente assumidas perante os cidadãos estes não podem verdadeiramente escolher em consciência – e este é um dos problemas que enfrentamos nas eleições do próximo dia 27 de Setembro
E no entanto, essas alternativas, que por uma ou outra razão, não se expõem abertamente, podem facilmente descodificar-se da análise dos programas expostos:

- Cuidados de saúde, vistos como um bem como outro qualquer num mercado como outro qualquer, em que o Estado se assume essencialmente como entidade financiadora, passando consequentemente, os serviços públicos na Saúde ter um papel progressivamente residual;
- A Saúde, abordada nas suas múltiplas dimensões, centrada num SNS descentralizado, e próximo das necessidades e escolhas das pessoas, complementado e cooperando com um sector social e privado dinâmico e moderno.

Neste sentido, os subscritores deste Manifesto entenderam ser útil intervir, para estímulo do debate público, livre e participado. Esta é uma contribuição para que as diferentes opções políticas se exprimam com clareza e objectividade, favorecendo as escolhas dos cidadãos baseadas no conhecimento das diferentes propostas.

O Manifesto sobre Política de Saúde será apresentado, publicamente, no próximo dia 17 de Setembro de 2009, pelas 18,00 horas no Espaço do Alto (Avenida Avelino Teixeira da Mota, no Clube de Golfe da Bela Vista, Olaias, Lisboa).

Adalberto Campos Fernandes
Álvaro Beleza
Bernardo Vilas-Boas
Constantino Sakellarides
Henrique de Barros
Isabel Monteiro Grillo
Vítor Ramos

Etiquetas:

quarta-feira, setembro 16

Testemunhos (3)

Etiquetas:

domingo, setembro 13

Testemunhos (2)

Etiquetas:

sábado, setembro 12

Testemunhos

Etiquetas:

Está quase...


Neste debate, JS conseguiu demonstrar de forma clara, uma vez mais, que "a verdade" apregoada pela candidata do PSD não passa de mero slogan.
A performance de MFL, mais agressiva que o habitual, no seu look inconfundível de zelosa avozinha controleira do défice, terá agradado especialmente à ala mais conservadora do seu partido.

O conjunto de debates que hoje terminou serviu na perfeição os objectivos do candidato JS, pois constituiu uma oportunidade impar para os eleitores poderem avaliar da fragilidade das propostas dos demais candidatos.
Posto isto, segue-se a campanha propriamente dita, para no dia 27 comemorarmos mais uma vitória folgada (apesar de tudo) do PS.

Etiquetas:

sexta-feira, setembro 11

"ADSE au bon marché"


Só falta cooptarem (PSD- programa) o "estudo" do Dr. Mendes Ribeiro subordinado ao tema: ..."ADSE au bon marché"...
Ficamos sem compreender porque afinal o GPS SLN BPN correu tão mal passando até pela vergonha de ver uma das jóias da coroa ir à falência (o British Hospital de Campo de Ourique).

Será que não souberam "gerir" com inteligência a convenção com a ADSE?

007

Etiquetas: ,

Política de verdade

República das Bananas e asfixia democrática link



















Imagem vale mil palavras...

Etiquetas:

quarta-feira, setembro 9

Forgive me


Etiquetas:

terça-feira, setembro 8

Hipocrisia sem limites

foto DN
Ferreira Leite destaca Madeira como «bom governo PSD».link
Está revelado o modelo de bom governo do PSD - o de Alberto João Jardim na Madeira! Onde a asfixia democrática inclui o controlo governamental de quase toda a comunicação social (incluindo um jornal pago pelos contribuintes) e pela expulsão de deputados da oposição, onde quase toda a vida económica depende do governo regional, numa promiscuidade sem fronteiras, e onde reina o mais incrível forrobodó orçamental e financeiro.
Quando a "política de verdade" se transforma na mais rotunda hipocrisia política...

vital moreira

Etiquetas: