segunda-feira, agosto 4

Bar à vins

O Hospital de Clermont-Ferrand, no centro de França, vai abrir um bar de vinho na sua unidade de cuidados paliativos em Setembro. A médica e chefe do serviço, Virginie Guastella, argumenta que os doentes em fim de vida “têm o direito a serem felizes e a divertirem-se” e que a iniciativa está a ser bem recebida pelos pacientes e as suas famílias. link
... Face à ce constat, le Centre de Soins Palliatifs du CHU de Clermont-Ferrand (Dr Virginie Guastella) a décidé de créer un « Bar à vins » destiné aux patients désireux de boire un bon verre de vin durant leur séjour. Ce dispositif, médicalement encadré, permettra également aux familles qui le souhaitent de pouvoir offrir des cadeaux de bouche à leur proche hospitalisé, afin de partager un moment convivial et de rompre ainsi, agréablement, un quotidien parfois difficile. link

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segunda-feira, abril 1

TC, rapidez não é critério


O Grupo PT apresentou a proposta 15 minutos depois de o concurso ter sido lançado, mas o Tribunal de Contas considera que rapidez não deve ser critério de desempate. Os convites para apresentação de propostas foram introduzidos no dia 09 de Março às 12:29 horas. A PT acedeu ao convite passados dois minutos e às 12:47 horas apresentava a sua proposta.
O Tribunal de Contas (TC) recusou o visto ao contrato entre uma empresa do grupo Portugal Telecom (PT) e a Direcção-Geral da Saúde (DGS) para a exploração, durante três anos, da Linha Saúde 24, de aconselhamento e triagem de saúde pública. O consórcio da PT foi seleccionado por ter sido o mais rápido a apresentar a sua candidatura, cerca de 15 minutos depois de o convite ter sido colocado na plataforma electrónica do Governo, explica o TC, em sentença não transitada em julgado.
O último critério de selecção estabelecido em caso de desempate neste concurso internacional no valor de 17,8 milhões de euros (sem IVA) era o da ordem de entrega. E foi este que acabou por determinar o resultado final. Os juízes conselheiros do TC não entendem, em primeiro lugar, por que razão “se impediu ou desvalorizou” a possibilidade de apresentação de propostas de valor inferior a 17,8 milhões de euros, o que limita “a concorrência” e pode “ter alterado o resultado financeiro do contrato”, e questionam a adequação dos critérios de desempate. 
JP 01.04.13

Efectivamente, neste caso, rapidez (na apresentação de propostas) não deve ser critério. Mais rápido que a sombra é história de quadradinhos. Entre ficção e realidade, entre Luckys e Daltons, cá vamos andando.

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quinta-feira, dezembro 20

Medo do Bloco


Compreendemos agora melhor que haja cirurgiões que nunca tenham ido ao bloco”. link

"4,044 surgical never events occur in the United States each year" link
«They sound like some of the worst mistakes a surgeon could make: Leaving an instrument inside a patient. Operating on the wrong body part — or the wrong person. They’re aptly named “never” events, the errors that should never, ever occur.»

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terça-feira, março 13

462, revisited

Bom dia,
Sou jornalista do ... Escrevia-lhe com um pedido de ajuda relativo a um post que publicou no fim-de-semana, “462”. link É uma descrição da auditoria encomendada pelo ministro Paulo Macedo aos dez maiores hospitais? Seria possível pôr-me em contacto com a profissional em causa e dar-me mais algumas informações, nomeadamente se tem indicação de que entidade está a fazer as auditorias?
Agradeço desde já
Com os melhores cumprimentos

Nota: Jornalista com feeling
«É uma descrição da auditoria encomendada pelo ministro Paulo Macedo aos dez maiores hospitais?»
Aonde é que a sr.ª jornalista terá ido buscar esta da encomenda do MS!
De qualquer forma terei muito gosto em acompanhá-la numa viagem do 462 (08h05).
Faço votos que não julgue tratar-se da carreira de Chelas.

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quarta-feira, fevereiro 15

Notícias da Saúde

Conspiracy of fat , patrocínio pingo doce:
"Custos em excesso nos hospitais rondam os 804 milhões de euros".
link link

O fim das gorduras ?
Segundo Paulo Macedo, os custos da Saúde vão aumentar com a transferência de doentes do privado para o público.
link

Brincadeira de carnaval ou mentirinha de Abril.
O pagamento do colossal calote da saúde tem início em abril.
link

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segunda-feira, março 21

A propósito ...

Para quem passa longas horas na internet. A propósito, vou ter que encerrar.

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segunda-feira, março 7

Os (Negócios) da Saúde…

A APEG vai organizar (mais) um Congresso de carácter mais comercial do que científico. Desta feita sob o tema geral: “Falar Saúde”. Até aqui nada de novo. Nada contra o “empreenderorismo” e o “sentido de oportunidade”.

O que, verdadeiramente, surpreende num país em crise e em profunda recessão é a ousadia que de pedir 700 euros a título de fee de inscrição.
link Ou seja quem for “patrocinado” por um dos sponsors comerciais entra de borla caso contrário paga a módica quantia de 700 euros. Tudo isto no hospital de São João, com o patrocínio de sua excelência o PR e o quase certo desfile dos titulares políticos da saúde.

Isto num “Congresso” realizado em instalações públicas mas (provavelmente) com gastos públicos e lucros privados.
Para abrilhantar a “festa” lá está o cortejo do costume misturando gente credível com “empreendedores”…

A nota informativa, constante no site, sobre inscrições é elucidativa: link
Congresso, 24 e 25 de Março 2011, Hospital São João. Manifeste o seu interesse em participar. A organização poderá validar GRÁTIS um CONVITE para si.
O acesso ao Congresso está sujeita à posse de convite validado pela organização ou ao pagamento de um fee de € 700 (setecentos euros).

Setubalense

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sexta-feira, janeiro 28

A dormir na forma

«O Estado gastou 1,5 mil milhões de euros em comparticipações de medicamentos no ano passado. link
De acordo com os dados publicados hoje pela Autoridade do Medicamento (Infarmed), entre Janeiro e Novembro do ano passado a despesa com remédios vendidos nas farmácias cresceu 8% .» DE 28.01.11

Acontece que o SaudeSA em 17 Dezembro 2010 publicou este post.
link É caso para dizer: "Alguém anda a dormir na forma"!

Nota: "Dados publicados hoje". O "hoje" do DE, aconteceu a 17.12.10.

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quarta-feira, setembro 29

O medo de falar verdade

foto portal saúde
As assessorias que influenciam o actual MS vivem obcecadas pela desinformação, pela manipulação dos factos, pela sua distorção e, sobretudo, por uma incapacidade de gerar com os jornalistas e os portugueses uma relação baseada na verdade. Vejamos dois, dos múltiplos, exemplos que diariamente nos são veiculados:

…”Medicamentos vão aumentar, no máximo, um euro» - Ana Jorge. A ministra da Saúde, Ana Jorge, garantiu esta segunda-feira que o preço dos medicamentos vai aumentar no máximo em um euro. Segundo a governante, tendo em consideração «a alteração que houve nos escalões [de comparticipação], a perda dos 100 por cento, que passaram para 95», corresponde a um aumento «de cerca 25 cêntimos, no máximo um euro”…

Há medicamentos que vão ficar dez vezes mais caros

Há medicamentos que já a partir desta sexta-feira vão passar a custar quase 11 vezes mais aos portugueses, mesmo com a descida dos preços em 6%, como consequência das alterações anunciadas há cerca de duas semanas pela ministra Ana Jorge, que implicam redução e mudanças nos escalões de comparticipação e no preço usado como referência para o apoio do Estado, avança o Diário de Notícias.

Relativamente ao regresso” dos médicos reformados a peça além de fantasiosa é, absolutamente, deliciosa:

Um terço dos médicos terá voltado atrás na reforma antecipada

Um terço dos 500 médicos que meteram os papéis para a reforma antecipada desde o início do ano está disposto a voltar ao Serviço Nacional de Saúde (SNS). Os números resultam de uma estimativa do Ministério da Saúde depois de uma primeira ronda das Administrações Regionais junto das unidades de saúde, avança o Jornal de Negócios.

"Foi pedido às ARS que fizessem uma intervenção directa junto das unidades de saúde no sentido de averiguar quais os médicos que teriam vontade de aderir à nova modalidade [regime especial de contratação de médicos reformados por antecipação], suspendendo a sua pré-reforma, e a impressão que ficou dessa primeira volta foi que cerca de um terço estaria disponível para voltar a trabalhar", revelou ao Negócios fonte oficial do Ministério da Saúde, acrescentando que "entretanto foi pedida nova volta às ARS para consolidar os pedidos".

Atente-se no rigor científico da apreciação: …” e a impressão que ficou dessa primeira volta foi que cerca de um terço estaria disponível para voltar a trabalhar”…

Será que Al-Sahaf, ex-ministro da propaganda do Iraque, também conhecido por "Ali o comediante", se mudou para a João Crisóstomo lá trabalhando como “avençado”?

Adelaide Costa

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terça-feira, setembro 14

PPC & PTP

foto DE
A cena da reprise de PPC e "sua" revisão constitucional sugeriu-me este curto sketch [abrasileirado como a maioria das telenovelas que por cá passam],

SKETCH NO SÍTIO DE S. CAETANO
Actores: PPC & PTP
Cena: PPC jiboiando numa poltrona e PTP caminhando num gabinete.

PTP – Oí!
PPC – Oí, cara. Pegou o revisionamento da revisão?

PTP – Na hora!
PPC – Como quebrou o galho dos “motivos atendíveis”?
“motivos atendíveis”, parece que patrão pode jogar fora muleque pelo celular…
Topa?

PTP – Cara! Agora está tudo legal. Muito legal, fica sabendo.
PPC – Legal, como?

PTP – Motivos legalmente atendíveis. Topas?
PPC – Vá chamando os periodistas para tomar um suco…de laranja. Vamos lhes esquentar a cuca.
Curtida, essa do legal…[mente], não acha?
FIM.

e-Pá!

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quinta-feira, setembro 9

Destruição do SNS


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Fiasco

segunda-feira, agosto 30

PPC, não sabe nadar yo...

semanário expresso
By afundanço

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quarta-feira, agosto 11

Silly season

Face ao início de época pouco prometedor, com erros de gestão de palmatória, o Movimento "Benfica vencer, vencer”, dá mostras de querer reacender-se e aproveitar todas as oportunidades para se afirmar como alternativa às próximas eleições do glorioso. link
Rumores insistentes dão como certa a vontade de Eduardo Moniz em candidatar-se à presidência do Benfica pelo "Movimento Benfica, Vencer, Vencer", candidato à liderança da oposição a Luís Filipe Vieira.

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terça-feira, julho 20

Apagão VI

...
No que toca à reforma dos cuidados de saúde primários, penso que surge imediata a conclusão de que neste momento ela se encontra num estado muito semelhante ao do gato da experimentação mental de Schrödinger. link

Se não, vejamos: tenho afirmado, repetidamente, que a probabilidade de nada estar a acontecer no terreno é muito forte. Já Ana Jorge, garante que a reforma segue o seu curso e conhece mesmo um novo impulso, com a criação de uma estrutura que irá substituir a Missão liderada por Luís Pisco, extinta em Abril último... Uma informação que por sua vez é desmentida por notícias publicadas neste jornal dando conta de que o número de novas USF abertas após a extinção é irrisório...

Tenho dito, também, que a probabilidade de alguma coisa funcionar numa estrutura cujas decisões têm de resultar do consenso entre sindicatos, ARS, Deco, associações de doentes, de profissionais, de autarquias e ainda de um grupo de personalidades várias é muito escassa. Já Ana Jorge garante que só com o envolvimento desta malta toda se chegará a algum lado.

Outro exemplo: dizem os responsáveis de três unidades que abriram ao público na última quinzena que na verdade não estão a trabalhar de acordo com o inovador modelo de organização dos CSP; que estão "à experiência", sem pessoal, instalações e sistemas informáticos. Já na lista do Ministério, elas surgem como verdadeiras USF.

Ou seja: a acreditar nuns e noutros, pelas leis da mecânica quântica a reforma dos CSP está morta-viva. Isto até que alguém abra a caixa, que o mesmo é dizer, vá ao terreno e meça o que de facto está a acontecer. ...

MMM, JMF 19.07.10

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When Nurses Go on Strike


Surprisingly, when doctors disappear for awhile, patients don’t seem to suffer, and maybe the opposite in the short run.

But what about nurses?
link

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terça-feira, julho 6

JUL 06 2010

Hoje foi o dia em que Marty McFly chegou ao futuro no seu Delorean...

JLnm

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sábado, julho 3

Exoneração mediática


Fui demitida por motivos políticos link

Após leitura da longa entrevista não se consegue perceber bem porquê. Parece antes alguém incapaz de se ver ao espelho. À boleia do JP. A tentar convencer o Zé povinho que se tratou de sanemento político.
À PREC.
Como se a nossa abelhinha Maia fosse capaz de semelhante ignominia.


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terça-feira, junho 29

Os Deuses devem estar loucos ...

Excerto de entrevista ao DE link

Paula Nanita diz que a sua demissão é ilegal e pondera processar secretário de Estado. Depois de quatro anos e meio à frente dos Serviços de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH), Paula Nanita foi afastada pelo Ministério da Saúde por não ter cumprido os objectivos. Nanita passou a pasta na quarta-feira a Nelson Baltazar, ex-presidente do Hospital Garcia de Orta.

Vale a pena ler com atenção e, sobretudo, registar para memória futura a entrevista dada pela ex-presidente do SUCH, Licenciada em Política Social. As explicações para o falhanço dadas por esta técnica pós-graduada em Gestão de Recursos Humanos justificam uma leitura muito cuidada. O modo como esta responsável ex-gestora do Prodep entre 2000 e 2002 explica (quase cinco anos depois) o falhanço deste projecto é digno de registo. Fica bem patente o contributo que a sua anterior experiência de directora de recursos humanos na TVI e na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa aduziu na liderança deste estratégico projecto. Acresce o profundo conhecimento do “território” dos gabinetes e das assessorias ilustrado pela prática anterior de assessoria em planeamento e gestão estratégica a vários governantes: secretário de Estado da Reforma Educativa (1989-1991), sub-secretária de Estado da Cultura (1991), secretário de Estado da Administração Educativa e Ministro da Educação (1996-1999). Este percurso profissional, tão rico e tão curioso, terá justificado, certamente, a sua escolha para presidente do Conselho de Administração do SUCH de onde agora é excluída, ao que parece, no dizer da própria, num contexto de grande injustiça.

Orwell

Alguns “posts” sobre esta matéria: link link link link link link

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terça-feira, maio 25

Esmiuçar as Análises

“O presidente da Associação de Administradores Hospitalares, Pedro Lopes destaca que o plano do Ministério vai ser complicado de pôr em prática mas não é impossível fazê-lo.” link

Isto é assim como há tempos dizia a Alta Comissária a propósito da sustentabilidade quando referiu: …”a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde [SNS] é um problema complicado", sublinhando que "neste momento o SNS português está praticamente insustentável". Ou seja isto é tudo muito difícil e um bocado complicado…

Pedro Lopes concorda com a redução de cinco por cento nas horas extraordinárias. Pedro Lopes aplaude plano de medidas de austeridade do Ministério da Saúde”.

O presidente da APAH concorda e aplaude. Não sabemos se manteria o mesmo acordo e aplauso se a redução fosse de 6,85 % ou até mesmo, porque não, de 10 %.

“O presidente da Associação de Administradores Hospitalares, Pedro Lopes considerou, em declarações à TSF, que será complicado mas não impossível passar à prática o plano apresentado esta segunda-feira pela ministra Ana Jorge «para uma gestão mais eficiente do Serviço Nacional de Saúde (SNS)». "

Em boa verdade nada que seja complicado parece impossível. É claro que é sempre um bocado difícil mas se for para melhor que assim seja.

«O plano é difícil e muito exigente, mas é praticável. Em 20 dias não há muito tempo para se elaborar um documento sobre o assunto mas é um tempo aceitável tendo em atenção a premência das medidas a tomar», sublinhou Pedro Lopes.
Esta parte faz-nos lembrar o sketch dos gatos fedorentos com o Prof Marcelo Rebelo de Sousa. É difícil e muito exigente, mas praticável. É complicado mas é possível fazê-lo.

Quanto à redução de cinco por cento em horas extraordinárias, o presidente dos administradores hospitalares vê a medida com bons olhos.

«O valor das horas extraordinárias é extremamente significativo, por isso, penso que é uma oportunidade para os hospitais reavaliarem a possibilidade que têm para diminuírem horas extraordinárias em excesso», destacou.

Os colegas do Presidente da APAH e o próprio Dr Pedro Lopes ficaram entretanto de explicar o que andaram a fazer nestes últimos cinco anos e o Ministério ficou de esclarecer porque ninguém foi demitido por uso negligente do trabalho extraordinário nos hospitais.

“Para além de cortar nas horas extraordinárias, a ministra da Saúde anunciou ainda novas regras mais apertadas para a contratação de profissionais pelos hospitais com contas negativas. Uma medida que Pedro Lopes aplaude”.

“Bem-feita” diz o presidente da APAH que ao que se julga tem uma vasta experiência de resultados positivos na gestão de hospitais. Os malandros dos prevaricadores vão, finalmente, sofrer o castigo da tutela com a bênção da APAH e do seu prestimoso presidente.

Finalmente a cereja em cima do bolo:

“Acho que são medidas claras que já há muito tempo deviam ter sido tomadas. Vai criar sem dúvida dificuldades aos hospitais que têm piores resultados, agora as coisas têm que ser fundamentadas e apreciadas por quem de direito”, concluiu Pedro Lopes

Do que nós gostamos mais é da expressão “por quem de direito” quiçá até a Bem da Nação. Deste modo o Presidente da APAH assume que dirige uma associação de “incompetentes e inimputáveis” que precisam de ser controlados e dirigidos por um poder centralizado. O pior é que esse poder há muito que renegou a filiação e o poder paternal aos seus ilustres associados.

Razão tem o presidente da ANF quando classifica de «hilariante» o facto de as receitas passarem a discriminar o valor que o utente pouparia se lhe tivesse sido prescrito um medicamento mais barato. Hilariante é mesmo o universo em que nos vamos movendo na saúde em Portugal.

Olimpo

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